Archive | Entrevistas

Luís Lucas faz locução para documentário da SIC

Luís Lucas faz locução para documentário da SIC

Posted on 08 December 2015 by admin

O ator Encena Luís Lucas é o locutor do novo documentário da SIC, a estrear dia 12 de Dezembro pelas 22h45, “Cartao Ao Meu Avô” baseado no livro “O Meu Avô Luís” de Sofia Pinto Coelho.

“Durante os últimos anos da mais longa ditadura europeia, Luis Pinto Coelho (embaixador português em Madrid) apaixona-se por uma top model norte-americana, Katharine Rodney Graf. Assim começa um conflito entre sentimentos e razão, pátria e família.

Tudo começou com cinco caixas. Lá dentro estavam cartas, fotografias e filmes caseiros. Depois de percorrer o espólio do seu avô Luís, a jornalista da SIC Sofia Pinto Coelho decidiu contar a surpreendente história de um dirigente influente do Estado Novo que se apaixonou por uma modelo americana.”

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Curta “Sê bem-vindo a esta casa” com José Eduardo

Curta “Sê bem-vindo a esta casa” com José Eduardo

Posted on 22 April 2013 by admin

O actor Encena José Eduardo participa na curta-metragem “Sê bem-vindo a esta casa”, inserida no projecto final de alunos da Universidade da Beira Interior. Nesta curta o personagem interpretado pelo actor Encena é  é nada mais nada menos que Deus.

 

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Pedro Cunha em entrevista ao Pensar Lisboa

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Pedro Cunha em entrevista ao Pensar Lisboa

Posted on 29 November 2012 by admin

O ator Encena Pedro Cunha, que participa na longa-metragem “O Cônsul de Bordéus” estreado recentemente nos cinemas nacionais, esteve à conversa com “Pensar Lisboa”, um blogue que encontra no próprio nome o seu desígnio!

” Num belo dia de Sol, Lisboa acorda para oferecer esta luz maravilhosa que tanto a caracteriza. E para completar o dia, nada melhor que a rubrica que tanto tem dado que falar. E hoje é o actor Pedro Cunha quem sobre ao palco e Pensa Lisboa.

Pensar Lisboa – O que mais gosta na cidade de Lisboa?
Pedro Cunha – O que mais gosto é a mistura entre o tradicional e o vanguardista, as suas ruas estreitas e sinuosas, o encanto das pessoas a beberem o seu café nas esplanadas da Baixa Chiado… essas ruas onde parece que o tempo não passa…

Pensar Lisboa -O que menos gosta em Lisboa?
Pedro Cunha – Que às vezes não temos ao dispor determinadas coisas (livros, filmes, peças de teatro, imprensa…) que talvez se encontram noutras cidades europeias.

Pensar Lisboa -O que mudava em Lisboa?
Pedro Cunha – Em Lisboa não mudava nada

Pensar Lisboa -O que recomendaria a um turista em Lisboa?
Pedro Cunha – A um turista recomendaria que se deixe levar, que fuja das coisas e lugares que se recomendam nos guias turísticos e se misture .entre os lisboetas. Que VIVA LISBOA.

Pensar Lisboa -Com que cor identifica Lisboa?
Pedro Cunha – Essa cor tão típica dos telhados de Lisboa.

Pensar Lisboa -Numa palavra, Lisboa é…?
Pedro Cunha -Sossego.”

 

Entrevista original em: http://www.pensarlisboa.com/2012/11/rubrica-lisboa-aos-olhos-de-pedro-cunha.html

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“As Coisas Pelos Nomes” com autoria e encenação da atriz Encena Sara Barros Leitão

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“As Coisas Pelos Nomes” com autoria e encenação da atriz Encena Sara Barros Leitão

Posted on 16 October 2012 by admin

A atriz Encena Sara Barros estreia-se na escrita com a micropeça “As Coisas Pelos Nomes”, que estará na sala 2 do Teatro Rápido até ao fim do mês de outubro, de quinta a segunda feira entre as 18h05 e as 20h10 sob o tema “(Re)Pública”.

A atriz Encena é também responsável pela encenação deste espectáculo que junta duas actrizes, Diana Nicolau e Sofia Santos, que (ainda) não se conhecem e que só se vão conhecer no último dia do espectáculo.

Em outubro ”a ideia não é explorar simplesmente a ideia de república enquanto sistema politico de governação, mas provocar o espectador a reflectir sobre  o que é público e o que é privado, íntimo e colectivo.

Vejam aqui um vídeo com entrevista à atriz.

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Catarina Mago em entrevista ao EncenaNews

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Catarina Mago em entrevista ao EncenaNews

Posted on 21 September 2012 by admin

A atriz Encena Catarina Mago, que atualmente está em cartaz no Teatro Rápido com a peça infantil “Se eu fosse um animal” juntamente com João Cruz aos sábados e domingos com três sessões diárias a partir das 11h35 e até às 12h25, esteve à conversa com o EncenaNews a propósito desta nova experiência no TR. A atriz, recorde-se, já esteve em cartaz no mês de junho com a peça “As Janelas do Mundo” e regressa agora com uma peça dedicada aos mais novos. Leia em baixo a entrevista na íntegra.

EncenaNews: Catarina, esta é a tua segunda experiência no TR, desta vez com a peça infantil “Se eu fosse um animal”. O que sentes por estar de volta ao TR?

Catarina Mago: Eu gostei muito de estar no TR da primeira vez, por isso é um prazer muito grande estar de volta e com certeza que hei-de repetir a experiência.

EN: Em junho estiveste em cena com “As Janelas do Mundo”, agora estás em cartaz com a peça infantil “Se eu fosse um animal”. As exigências de fazer uma peça para os mais novos são maiores?

CM: São diferentes, não são maiores nem menores que as exigências de uma peça para adultos, mas em cada trabalho que fazemos temos desafios diferentes e diferentes tipos de retorno por parte do público, seja este adulto ou infantil. Mas sinto uma responsabilidade grande com peças para crianças pois sendo este público o nosso futuro e por absorverem muito tudo o que lhes transmitimos , gosto de, como actriz, acreditar nos conteúdos que passo para os mais novos.

EN: Qual é a diferença que mais destacas entre o público infantil e o público adulto?

CM: O público infantil expressa mais as emoções e se uma criança se assusta com algo, (ás vezes só o facto de estar num espaço diferente a assusta) há que ter um tacto maior para dar a volta à situação e para que ela possa aproveitar bem o resto da peça, para além disso o público infantil se te adora, muito facilmente te diz e abraça e fica fascinado contigo e isso é muito mágico, não só para os miúdos como para mim enquanto actriz. 

EN: Sentes um gosto especial por trabalhares para os mais novos?

CM: Gosto dos dois tipos de trabalhos, e de os equilibrar, pois ambos me dão prazer e muito gosto, não seria feliz a fazer só um tipo de peças, nem só para o público adulto nem só para o público infantil e sinto-me feliz por poder fazer os dois. Como actriz sinto que o público infantil é muito importante e sinto-me privilegiada por poder contribuir com um pouco mais de magia nas suas vidas.

 

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Guido Rodrigues em entrevista ao EncenaNews

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Guido Rodrigues em entrevista ao EncenaNews

Posted on 18 September 2012 by admin

O ator Encena Guido Rodrigues protagoniza, juntamente com Frederico Barata e Diogo Fialho, a peça “A Estrada” no Teatro Rápido. Esta micropeça pode ser vista na sala 1 do TR das 18h00 às 20h05, de quinta a segunda-feira. A encenação é igualmente repartida pelos três atores.

Esta é a estreia do ator Encena no Teatro Rápido, sob o tema “O Tempo”, com uma peça de autoria de Hugo Barreiros. Guido Rodrigues é um novo talento que, apesar da sua juventude, conta já com uma experiência considerável em teatro.

 

Entrevista:

EncenaNews: Sentes que o formato do TR te desafia enquanto ator?

Guido Rodrigues: Sim, sem dúvida. Penso que o facto de o ator ter 15 minutos para transmitir a mensagem da peça faz com que tenhamos um grau de dificuldade acrescido para o público absorver as nossas emoções.

EN: Como é que nasceu a ideia para esta peça?

GR: A ideia deste projecto nasceu com a vontade de criar um espetáculo com as características específicas para este novo conceito, contudo deixando em aberto a possibilidade de ser um texto que tem tudo para crescer e que seja um ponto de partida para desenvolver um projecto teatral.

EN: A proximidade com o público é algo que te atrai?

GR: Sim a proximidade com o público foi algo que sempre me atraiu. Sinto que o público acaba por estar “inserido” na ação da peça e de nos acompanhar ao longo de 15 minutos porque também valorizamos essa ideia e fazemos com que seja gratificante para ambos.

EN: O que é que o público pode esperar desta peça?

GR: Uma reflexão ao valor que atribuímos ao tempo e ao que nos rodeia no nosso mundo.

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Miguel Monteiro em entrevista ao EncenaNews

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Miguel Monteiro em entrevista ao EncenaNews

Posted on 28 August 2012 by admin

O ator Encena Miguel Monteiro, que recentemente participou na telenovela da TVI “Anjo Meu”, e que brevemente poderá ser visto no filme “Linhas de Wellington”, esteve à conversa com o EncenaNews. O ator falou da sua “vida anterior” como jornalista, das suas aventuras em Hollywood durante a cobertura dos Óscares, dos seus projetos em televisão e cinema e muito mais! Mas o melhor será mesmo ler esta fantástica entrevista aqui em baixo.

EncenaNews: Antes de se tornar ator teve uma carreira de sucesso como jornalista em vários meios de comunicação. Como é que o jornalismo entrou na sua vida?

Miguel Monteiro: Nunca entrou – sempre esteve cá dentro. Durante mais de vinte anos nunca me imaginei a fazer outra coisa. Tal como na minha “vida posterior”, também nesta as coisas foram acontecendo e tive a sorte de estar sempre rodeado dos melhores. Comecei em 1984 na revista Mais que tinha uma equipa de luxo que incluía o Carlos Cruz, o Luis Paixão Martins e o António Macedo. Estive no Expresso. Estive nas equipas fundadoras da TSF e da SIC com o Emidio Rangel. Pelo meio ainda trabalhei para o Serviço Português da BBC, fiz programas de televisão, escrevi textos para vários jornais e revistas. Foi vida recheada e magnífica.

EN: Foi o primeiro jornalista português a cobrir a cerimónia dos Óscares em 1989, e chegou a estar presente em 7 cerimónias da Academia. Houve algum momento, ou alguma experiência, que destaque particularmente?

MM: Destaco sobretudo a oportunidade que esses trabalhos me deram de conhecer algumas das maiores personalidades da História do Cinema. Sendo eu um apaixonado pelo cinema clássico americano, foi particularmente tocante conhecer, cumprimentar, dar os parabéns, uma simples palmada nas costas ou ter convivido um pouco da minha vida com várias figuras que sempre me marcaram. Recordo Paul Newman, Elizabeth Taylor, Gregory Peck, Janet Leigh, Deborah Kerr, Kirk Douglas, Bob Hope, Jack Lemmon, Maureen O’Hara, Billy Wilder, Robert Wise… Mas se tiver que escolher um único momento, talvez escolha um momento mais europeu, no dia 29 de Março de 1993, em que fiquei alguns minutos num corredor do Dorothy Chandler Pavillion de Los Angeles lado a lado com Federico Fellini, Giulieta Masina, Marcello Mastroianni e Sophia Loren. Lembro-me de olhar de repente para aquele grupo ali, colado a mim, e ficar petrificado e sem fôlego! Ou… talvez destaque o momento em que o produtor Steve Tisch me colocou o Óscar de Melhor Filme do “Forrest Gump” que tinha acabado de ganhar, nas mãos. Aí não fiquei sem fôlego, fiquei em pânico de o deixar cair e estragar… Foram muitos momentos, não consigo escolher apenas um…

EN: Entre 2005 e 2007 repartiu o seu tempo entre o jornalismo e a representação. Foi díficil conciliar as duas actividades?

MM: Não, absolutamente nada. O jornalismo era a minha vida, trabalhava onze horas por dia na coordenação do Jornal da Noite, o que fiz em representação foram curtas sessões que em nada atrapalharam o meu dia-a-dia na SIC. Só me senti um pouco estranho quando pedi autorização à SIC e meti folgas da coordenação do Jornal para ir gravar uma série da… RTP. Mas autorizaram, fui e a estranheza passou depressa…

EN: Participou em “Equador”, uma das melhores e mais ambiciosas séries da televisão portuguesa. Fale-nos um pouco dessa experiência e do seu personagem, o Agostinho.

MM: O Agostinho foi o maior presente que eu podia ter tido na vida, um personagem brilhantemente escrito e desenvolvido pelo Rui Vilhena que no livro do Miguel Sousa Tavares não tem grande expressão. E o “Equador” foi a mais extraordinária experiência desta fase da minha vida. Foi o casting mais difícil em que participei e foi a vitória mais saborosa que tive. Sempre soube desde o inicio o que representava esta série para a TVI e para a História da ficção televisiva nacional, por isso foi sempre muito claro na minha cabeça que o José Eduardo Moniz e o André Cerqueira fizeram uma enorme aposta em mim para representar este personagem. Sei também – e fico muito feliz com isso – que o meu trabalho lhes agradou muito. Trabalhei muito, dei muito de mim e tive sempre na Manuela Couto, a directora de actores, um apoio incondicional que não esqueço. Gravar o “Equador” ao longo de tanto tempo, viver um mês e meio em Cachoeira, no interior do estado da Bahia, ter o desafio de contracenar com um elenco de luxo total e absoluto, foi inesquecível. Esta foi uma série e uma experiência únicas para mim e para todos nós que a fizemos. Talvez por isso ainda hoje o recordemos com tanta emoção e certamente por isso os laços de amizade que actores e técnicos, equipas de realização e produção criaram ainda perdurem com tanta força. Há uma família “Equador” que ainda hoje se reúne, vê, telefona, está em contacto permanente. E eu tenho o orgulho de fazer parte dela.

EN: Em “Anjo Meu” deu vida ao Padre Teodoro. Como é que é gravar uma novela com cerca de 360 episódios?

MM: É muito difícil, muito exigente, muito duro. Já tinha um enorme respeito e admiração pelos actores que fazem novelas regularmente. A partir de “Anjo Meu” esse respeito e essa admiração passaram a ser dez vezes maiores.

EN: É muito exigente na escolha dos projectos em que se envolve?

MM: Acho que sim… Se olhar para estes últimos anos da minha vida, estive na mais importante série portuguesa, “Equador”, na série de maior prestigio da televisão pública, o “Conta-me Como Foi”, na série mais popular da televisão nacional, o “Morangos com Açúcar”, contracenei com a Fernanda Montenegro em quatro episódios de uma novela da Globo, “Passione”, estive nos maiores sucessos de bilheteira do cinema português dos últimos cinco anos (“Corrupção”, “Call Girl”, “Amália”), fui dirigido no cinema por Raul Ruiz, três vezes pelo João Botelho, pelo António Pedro Vasconcelos, João Mário Grilo e em televisão por pessoas como o Jorge Paixão da Costa, o André Cerqueira, o Artur Ribeiro, o Jorge Queiroga, entre tantos outros. Já recusei coisas que não me apetecia fazer. Praticamente todas as que fiz, revelaram-se escolhas certas.

EN: Em “Mistérios de Lisboa” teve a oportunidade de trabalhar com o realizador Raul Ruiz. Como foi essa experiência?

MM: Inesquecível e única. Um sonho tornado realidade. Não só trabalhar com Ruiz na rodagem como depois acompanhá-lo em vários momentos. Creio que nenhum de nós que esteve com o Raul na estreia mundial de “Mistérios de Lisboa” no Festival de San Sebastian em 2010, jamais possa esquecer a ovação espontânea com que as centenas de espectadores homenagearam o Raul durante toda a sua saída da sala principal do Festival até à rua. Foi um momento absolutamente mágico e apenas o começo de um longo aplauso que espectadores e crítica continuam ainda hoje a dar em todo o mundo. Dois anos depois, o filme está em exibição na Rússia e estreia em Outubro no Japão, o que mostra bem a dimensão desta obra de Raul Ruiz.

EN: Recentemente também gravou “Linhas de Wellington” de Valeria Sarmiento, que vai estar em concurso no Festival de Cinema de Veneza. Quais são as suas expectativas?

MM: Já vi o filme três vezes e sei que é um trabalho notável da Valeria, que herdou este projecto depois da morte do Raul e que bravamente o levou até ao fim. Verei a mini-série, a versão televisiva, no Festival de San Sebastian, onde terá a sua estreia mundial no dia 23 de Setembro. Para Veneza não tenho expectativa de prémios. Tenho, sim, a certeza que vai ser muito bem recebido e que colocará uma vez mais o cinema português no topo do mundo. O facto de estar seleccionado para os festivais de Nova Iorque e Toronto e de já estar a ser comprado para exibição em tantos países é apenas o começo de um belíssimo percurso.

EN: Muitos dos seus trabalhos (“Conta-me como Foi”, “Regresso a Sizalinda”, “Equador”, “Linhas de Wellington”) têm uma forte componente histórica. Tem preferência por este tipo de projecto?

MM: Têm acontecido por acaso, mas sim…sempre gostei deste tipo de projectos de época, quando são bem produzidos e bem executados. Um projecto histórico feito com poucos recursos e poucos meios é trágico e pode roçar o ridículo. Feitos assim, com estes investimentos e este profissionalismo, podem resultar em obras excelentes. São os casos destes filmes e destas séries em que me orgulho de ter participado.

EN: Actualmente é coordenador do programa “Janela Indiscreta”. O cinema é a sua grande paixão?

MM: Sempre foi e sempre será. E todos os dias sinto-me um privilegiado por poder viver esta paixão de tantas formas: seja a coordenar programas de televisão, em fazer filmes, na equipa do Lisbon & Estoril Film Festival, a fazer coberturas de Óscares ou a viver os grandes festivais de cinema do mundo por dentro, como já vivi Veneza na comitiva oficial de “O Fatalista”, Cannes com “Cosmopolis” ou San Sebastian com “Mistérios de Lisboa”.

EN: Qual é o filme da sua vida?

MM: Tantos de Billy Wilder, tantos de John Ford, de Orson Welles, de Douglas Sirk, de Hitchcock, de Minnelli, de Mankiewicz, de Renoir, de Kazan, Gene Kelly, Stanley Donen, Visconti, Antonioni, Michael Curtiz, King Vidor, Coppola, Scorsese, Eastwood, Spielberg… Impossivel escolher dez, quanto mais um.

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Heitor Lourenço no 5 para a Meia Noite

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Heitor Lourenço no 5 para a Meia Noite

Posted on 24 August 2012 by admin

O ator Encena Heitor Lourenço, que recentemente participou na série juvenil “Morangos com Açúcar”, e que pode actualmente ser visto no novo filme de Joaquim Leitão “Quarta Divisão”, esteve ontem à conversa com o “Pacheco”, Pedro Fernandes no programa “5 Para a Meia Noite” da RTP1.

O ator Encena falou das suas viagens, assumiu que é budista e vegetariano, afirmou que em casa só tem um espelho na casa de banho e falou ainda do seu mais recente trabalho, a peça ““Toda a gente sabe que toda a gente sabe” uma sátira acerca dos “Mello da Cunha”, outrora prestigia da e abastada família, frequentadora dos circuitos mais requintados da Alta Sociedade, agora na bancarrota, continuando porém a viver das aparências.

O programa contou ainda com a presença do ator Rodrigo Saraiva e dos habituais “sketches” de António Raminhos.

Pode ver aqui o programa de ontem na íntegra.

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Tomás Alves em entrevista ao EncenaNews

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Tomás Alves em entrevista ao EncenaNews

Posted on 20 August 2012 by admin

O ator Encena Tomás Alves, que recentemente participou no filme “Assim Assim” e na novela “Rosa Fogo” da SIC e que brevemente poderá ser visto na série da RTP1 “Depois do Adeus” esteve à conversa com o EncenaNews e falou da forma como iniciou a sua carreira, passando pelas suas experiências em televisão e divulgou, ainda, alguns dos seus planos para o futuro. Veja a entrevista em baixo!

EncenaNews: Começaste a tua formação na Escola Profissional de Teatro de Cascais. O que te levou a quereres seguir a área da representação?

Tomás Alves: A representação, tal como a música, fez-se sentir desde cedo nos pequenos espetáculos de escola e de colónia de férias. Foi sempre um prazer inventar e experienciar novas vidas, novas experiencias e novas sensações. Quando cheguei ao nono ano e tive de escolher um caminho, depois dos testes psicotécnicos terem revelado apetência para as artes em geral, decidi experimentar um workshop de teatro que me levou a fazer a audição para a E.P.T.C. Foi tudo uma viagem muito intuitiva e natural que me levou até aqui! Nunca tendo planeado, esta vida foi-me acontecendo.

EN: Há algum actor que admires ou que te tenha inspirado a seguir a carreira de actor?

TA: Gosto de ver boas representações e essas dão-me vontade de fazer o que faço. Mas não, nunca tive um ou outro ator que me inspirasse

EN: Também fizeste um workshop de coreografia de luta com o David Chan. Este workshop ajudou-te enquanto ator?

TA: O workshop com o David Chan deu-me ferramentas que uso no dia a dia e tenho posto em prática no trabalho. E tenho tido o prazer de voltar a trabalhar com ele e aprendizagem continua. Gosto bastante do método de trabalho dele e da sua equipa. Trabalhasse com muito bom ambiente não descurando a segurança e o profissionalismo.

EN: A tua estreia foi com o filme “Do Outro Lado do Mundo”, sentes que ter começado logo por fazer cinema foi bom para a tua carreira?

TA: Sim. Eu fiz o “Do Outro Lado do Mundo” quando estava no segundo ano do curso de teatro. Não tendo eu, na altura, noções de cinema e do trabalho com a câmara, o meu primeiro filme serviu-me para aplicar a técnica que estava a aprender em teatro e traduzi-la para a linguagem de cinema. Serviu-me também para aprender, perceber e assumir o papel que cada pessoa tem na engrenagem que é uma equipa de cinema. Cada trabalho, seja Teatro, Cinema  ou Televisão exige o seu próprio registo e o facto de eu ter começado desde cedo nos vários estilos deu-me noções essenciais para o fazer.

EN: Foste nomeado para um globo de ouro na categoria de melhor actor de cinema pelo teu papel em “ Um Amor de Perdição”. O que é que essa nomeação representou para ti?

TA: Esta nomeação, foi, acima de tudo, um incentivo para eu continuar a trabalhar como ator, ao mesmo tempo, que me trouxe um sentido de responsabilidade ainda maior e fez com que eu exigisse, cada vez mais, um certo nível de qualidade naquilo que faço. Ser reconhecido pelo nosso trabalho quando ainda somos tão novos, penso que é um grande investimento. Quero muito continuar a saber responder a esse desafio.

EN: Em TV começaste em séries juvenis como a “Rebelde Way” e “Lua Vermelha”, depois passaste pela “Rosa Fogo”, uma novela de horário nobre a agora brevemente também te poderemos ver na série “Depois do Adeus” na RTP1, que tem um cariz histórico. Olhando para este percurso sentes que tem havido uma evolução na tua carreira?

TA: Sinto-me um privilegiado por tudo o que tenho tido oportunidade de fazer na minha carreira, assim como na vida em geral. E como eu acredito no devir da vida, na constante transformação, esta mudança só pode ser para melhor. Sinto, com isto, que tem sido uma boa evolução e espero continuar.

EN: Como já passaste por todas as áreas da representação existe algum personagem ou papel específico que ainda ambiciones fazer?

TA: Ambiciono fazer tudo o que ainda não fiz. Gosto de desafios e de novidades. Abro os braços a novas experiências.

EN: És conhecido como actor, mas também tens uma faceta desconhecida para a maior parte das pessoas que é o facto de seres membro da banda Katharsis. Qual é a importância que a música tem na tua vida?

TA: Toda! A minha vida é música. Funciona quase como um alimento para mim. Não me imagino sem ela. É para mim algo tão natural e intuitivo que está e estará sempre presente.. É uma linguagem tão universal que me da toda a liberdade na hora de criar ou compor. Tudo tem um ritmo, um tom, um som e a minha vida pauta-se por isto.

EN: Quais são os teus objectivos para o futuro?

TA: Quero continuar a representar, viajar, conhecer, tocar, cantar, experienciar e viver. E fazer o que faço, tem-me possibilitado tudo isto. Quero continuar a aprender com as personagens mais sobre mim, sobre os outros e sobre o mundo.

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Sabri Lucas no programa “Rumos” da RTP África

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Sabri Lucas no programa “Rumos” da RTP África

Posted on 03 August 2012 by admin

O ator Encena Sabri Lucas esteve à conversa com a apresentadora Patrícia Figueiredo no programa “Rumos” da RTP África, um programa dedicado exclusivamente à cultura Lusófona, com emissão à quarta-feira pelas 21h.

O ator, que recentemente participou nas longas metragens “Assim Assim” de Sérgio Graciano e “Quarta Divisão” de Joaquim Leitão, falou das suas raízes, dos seus papéis mais marcantes, como por exemplo a sua interpretação de Edgar Muleta Negra Baldé na telenovela da TVI “Remédio Santo”, falou da sua experiência no filme “Quarta Divisão” e dos seus objectivos para o futuro. O ator fez ainda referência ao presente ano de 2012 que, referiu, tem sido marcado por excelentes projectos.

Pode ver aqui o vídeo na íntegra.

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