Archive | December, 2011

A Encena deseja a todos umas FESTAS FELIZES

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A Encena deseja a todos umas FESTAS FELIZES

Posted on 23 December 2011 by admin

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Testemunho de Miguel Monteiro – Movimento É Melhor Saber

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Testemunho de Miguel Monteiro – Movimento É Melhor Saber

Posted on 23 December 2011 by admin

O Movimento É MELHOR SABER é uma iniciativa da sociedade civil, com o objectivo de alertar os cidadãos para a importância do diagnóstico precoce do VIH/SIDA, dirigida a todos os que reconhecem neste Movimento, uma causa que diz respeito a todos.
O ator Encena Miguel Monteiro deixou o seu testemunho.

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terra treme

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“A Cidade e o Sol”, de Leonor Noivo

Posted on 21 December 2011 by admin

Filme com a atriz Encena Sara Gonçalves.

Produção: Terra Treme

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“A Mãe do Meu Filho”, TVI

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“A Mãe do Meu Filho”, TVI

Posted on 21 December 2011 by admin

Série TVI com o ator Airton Catalão.

Produção: Plural

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“O Outro Lado da Mentira”, TVI

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“O Outro Lado da Mentira”, TVI

Posted on 21 December 2011 by admin

Série TVI com a atriz Encena Carmen Santos.

 

Produção: Plural

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Entrevista a Márcia Breia pela fã Ana de Oliveira, Castelo Branco

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Entrevista a Márcia Breia pela fã Ana de Oliveira, Castelo Branco

Posted on 20 December 2011 by admin

Ana de Oliveira – Voltar à década de 80 em “Anjo Meu” trouxe-lhe recordações. Do que sente mais falta dessa época?
Márcia Breia - A melhor recordação que tenho dessa época é ter nascido a minha filha. Havia também nessa altura a promessa de uma vida mais interessante.

 

AO – Para falar com pronúncia do Alentejo teve de ensaiar muito ou já tinha alguma “costela” alentejana?
MB - Não tenho costela nenhuma do Alentejo. Mas sempre tive facilidade em “apanhar” pronúncias. Trabalhei terminações e toadas para ficar o mais próximo possível de alguém que veio do Alentejo e vive há muitos anos em Lisboa, por exemplo. Acho que não faz sentido tentar imitar totalmente algo que não é nosso… aliás o Alentejo foi das últimas regiões que conheci e foi através da ficcção.

 

AO – Gostou da experiência de conduzir a “motoreta” pela Vila do Anjo? Vamos poder vê-la em Lisboa a passar a alta velocidade?
MB - A mim nunca me verão passar a alta velociadade. Pelo menos a conduzir seja o que for. Não tenho carta, nem nunca pensei em ter. Na telenovela foi um duplo a conduzir a “motoreta”. A última vez que me lembro de ter conduzido algo foi um triciclo e uma bicicleta. E a bicicleta foi contra a tenda de uma família que estava nesse instante a cozinhar o jantar. Acho que não ficaram lá muito contentes. Por essas e por outras, o metro e o autocarro são os meus preferidos.

 

AO – Ao fim de tantos anos em projectos de televisão fez muitos amigos entre os colegas?
MB - Faço sempre. Nesta telenovela em particular tive óptimas surpresas tanto a nível profissional como pessoal.

 

AO - Está nos seus planos voltar a fazer teatro? 
MB - Sim. Não no imediato até porque tenho outro projeto de ficção mas nunca desisti do teatro.

 

AO – Que conselho daria a um jovem que quisesse seguir a área da interpretação?
MB - Teimosia, entrega e sobretudo verdade, muita verdade. Porque isto de fazer de conta tem muito que se lhe diga. Há que acreditar e ser verdadeiro em tudo o que se faz.

 

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Entrevista a Miguel Monteiro pela fã Salomé Maxinda Neto, Amadora

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Entrevista a Miguel Monteiro pela fã Salomé Maxinda Neto, Amadora

Posted on 20 December 2011 by admin

Isabel Neto – Alguma vez imaginou ser padre? Porquê?
Miguel Monteiro - Nunca me passou pela cabeça…nem na vida real, nem na ficção. Embora tenha feito um brilharete em criança nas três ou quatro vezes que ajudei à missa na igreja de Paço de Arcos, por insistência da minha avó que era amiga do padre. Durou pouco tempo, tal vocação nunca foi o meu forte.

 

IN – Gostou do regresso aos anos 80? Porquê?
MM - Gostei muito deste regresso porque para as pessoas da minha geração foi uma época muito importante e divertida. Musicalmente, em termos culturais, mas também na formação da minha personalidade. Foi nos anos 80 que comecei a trabalhar em televisão, fazendo programas como os “Tempos Modernos” ou o “Cinemagazine” na RTP. Foi nos anos 80 que comecei a fazer jornalismo, no Expresso e na TSF. E foi nos anos 80 que pela primeira vez apareci num filme. Chamava-se “Roman Holiday”, tinha o Tom Conti e a Catherine Oxenberg como protagonistas e foi rodado em Lisboa. Eu era, claro, um figurante!

 

IN – Agradou-lhe a reviravolta do seu personagem em “Anjo Meu”?
MM - Gostei muito. Foi uma experiência extraordinária estrear-me numa novela com um personagem tão rico. E foi sobretudo uma grande experiência profissional dar vida a um personagem em aberto, que passou por tantas alterações. Comecei por ser um “padre com um segredo”… sem eu próprio saber qual era o segredo. Depois passei a ser um padre, apenas. Mais tarde, com o prolongamento da novela, fui um padre com um segredo revelado e que abandona o…falso sacerdócio por amor. Não consigo imaginar melhor desafio para um actor que se estreia numa novela.

 

IN – Pode partilhar um episodio engraçado das gravações na Vila do Anjo?
MM - Houve tantos… Lembro-me que uma vez, na própria Vila do Anjo (que foi o Sobral de Monte Agraço), gravei um dia inteiro com quilos de base na cara, parecendo um boneco de cera. Porquê? Porque a Alexandra Lencastre, às 8 da manhã, entrou na maquilhagem e anunciou às maquilhadoras: “Saiam todas daqui, hoje quem pinta o padre sou eu!”

 

IN – Como decidiu passar de jornalista a actor?
MM - Não quis acordar um dia aos 80 ou aos 90 anos e pensar: “se calhar, devia ter experimentado…”

 

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Entrevista a Nuno Gil pelo fã Manuel Gonçalves, Lisboa

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Entrevista a Nuno Gil pelo fã Manuel Gonçalves, Lisboa

Posted on 20 December 2011 by admin

Manuel Gonçalves – Gosta de fazer de vilão?
Nuno Gil - Gosto muito de fazer de vilão, porque permite jogar várias facetas do personagem e manipular a verdade em função dos nossos objetivos. O Zé Maria sempre tem segundas intenções nos seus planos e nas cenas com os outros personagens, o que torna o desafio muito maior na altura de representar. É na gestão do grau de verdade que ele implica quando contracena com os restantes personagens que se baseia o seu jogo perverso e manipulador, o que se torna muito divertido de fazer. Mas a maldade do Zé Maria tem um motivo maior e que o ultrapassa, que é o amor que nutre pela Eva, e que torna as suas ações maléficas em algo nobre e digno de ser feito.

MG – O que tem em comum com o Zé Maria?
NG - Acho que o que mais me identifica com o Zé Maria é a sua perseverança e consistência. O Zé Maria nunca desiste até concretizar o seu sonho, que é o coração da Eva, ele passa a novela toda a lutar por isso. Eu também raramente desisto dos meus objectivos quando me proponho a alcançá-los, por mais tempo que demore, eu persisto nessa busca.

MG – Deixou crescer o bigode de propósito para fazer a telenovela ou costuma usar?
NG - É a primeira vez que tenho bigode na minha vida, estranho-o muito ainda, mas talvez o deixe ficar ainda por alguns tempos.

MG – É a primeira vez que o vejo numa telenovela. Está a gostar?
NG - Eu já tinha feito uma novela, em 1998, “Os Lobos”. Na altura era muito novo e inexperiente. Estou a gostar imenso de fazer o “Anjo Meu” porque nos obriga a trabalhar uma destreza técnica e emocional que no teatro não é necessária, e que tem o seu lado “benigno  negativo”, mas que constitui um desafio muito aliciante para mim, e eu gosto muito de desafios. Também tenho a sorte de ter uns colegas fantásticos e por isso ainda dá mais prazer trabalhar.

MG – Como é contracenar com a actriz Alexandra Lencastre?
NG - Trabalhar com a Alexandra é um grande privilégio e uma oportunidade de aprender muito. É talvez das actrizes mais generosas que conheci na altura de representar, capaz de colocar os problemas e as dificuldades dos outros em primeiro lugar, mesmo à frente dos seus. Tem um sentido de humor inesgotável, consegue pôr a equipa inteira a rir a qualquer momento e trazer boa disposição sempre que entra no décor. É alguém que se reinventa em cada “take” que faz, a sua imaginação não tem limites. Os momentos que passei com ela,  são das memórias mais fortes que guardarei desta experiência que está prestes a fazer um ano. Espero poder voltar a contracenar com ela, é uma grande actriz e um ser humano imenso.

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A  “PROVA DOS 3” tirada por Cláudia Semedo

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A “PROVA DOS 3” tirada por Cláudia Semedo

Posted on 06 December 2011 by admin

Sim, vamos tirar a “PROVA DOS 3”, mas não se aflija esta é saborosa e tem como apresentadora a atriz Encena Cláudia Semedo. Podíamos dizer que é um programa de viagens ou culinária, mas na verdade não o é. É simplesmente uma combinação de ambos, em cada episódio se revela numa provocação aos 5 sentidos.

Cláudia Semedo percorre Portugal em busca de 3 ingredientes característicos de uma região e desafia 3 restaurantes locais de referência a prepararem uma especialidade com base nesses produtos. Já está a imaginar o resultado, não é?!

Isso mesmo,  uma viagem que passa pelos sabores ancestrais, pela cozinha de fusão, por segredos de família e pela criatividade dos novos chefs . Tudo isto em ambientes intimistas, em espaços modernos ou formais ou numa esplanada com vista para o mar. Cláudia lança as provas, mas curiosa, “arregaça as mangas” e já na cozinha participa na execução das tarefas!

Produzido pela Duvideo Filmes, o programa que é emitido na RTP Internacional não tem ainda data prevista para exibição na RTP, mas sem dúvida que é um convite para conhecer  Portugal através dos seus sabores.

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