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Archive | August, 2012

Última oportunidade para ver o cartaz de agosto no TR!

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Última oportunidade para ver o cartaz de agosto no TR!

Posted on 31 August 2012 by admin

O mês de agosto chega hoje ao fim, e no TR isso significa que os atores de “Por Ciúme” estão de saída e um novo cartaz, com peças novas, prepara a sua entrada.

Mas não desanime, porque ainda tem o dia de hoje e poderá “Se soubesses o quanto isso me magoa, dizias outra vez” com Joana Liberal e João Quiaios” na sala 1, das 18h às 20h05; “Conversas sobrepostas ao barulho da cidade” com Susana Cacela e Rita Fernandes na sala 2 das 18h05 às 20h10, e ainda a peça “Um Chá a Dois”, com interpretação de Rafael Dias Costa e Francisca Lima e direcção de actores de Ana Paleta na sala 3 das 18h15 às 20h20. O ator Encena Tiago Ortis assina o texto e protagoniza a micropeça “Julieta está Grávida” que conta ainda com interpretação de Jenny Romero e que estará em exibição na sala 4 das 18h20 às 20h25.

O novo cartaz entrará no sábado dia 1 de setembro, sob o tema “O Tempo” e promete muitas surpresas, por isso fique atento às novidades.

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Estreia hoje “Morangos com Açúcar – o Filme”

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Estreia hoje “Morangos com Açúcar – o Filme”

Posted on 30 August 2012 by admin

É já hoje a estreia de “Morangos com Açúcar – O Filme”, que conta com a participação das atrizes Encena Inês Seco e Luísa Cruz.

Depois de nove temporadas da série “Morango com Açúcar” surge agora o filme, realizado por Hugo de Sousa, baseado na série juvenil da TVI. O filme reúne também algumas das caras mais conhecidas que passaram pela série ao longo dos anos como Rita Pereira, Pedro Teixeira e João Catarré.

É na loucura do Verão e ao som da música que o passado e o presente de “Morangos com Açúcar” se cruzam, numa aventura sem igual. Entre a praia e a piscina, o parque de campismo e o campo de férias, amigos de longa data reencontram-se e novas amizades acontecem. A alegria é geral e ninguém vai querer perder o grande festival de bandas que está prestes a acontecer. É num ambiente de grande festa que a energia da música vai dar ritmo aos amores e desamores de Verão. Uma coisa é certa, o Verão é agora!

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Festival de Veneza arranca hoje!

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Festival de Veneza arranca hoje!

Posted on 29 August 2012 by admin

Começa hoje, dia 29 de agosto a 69ª edição do Festival Internacional de Cinema de Veneza que contará com 18 filmes em competição pelo Leão de Ouro e entre eles está “As linhas de Wellington”, que conta com a participação do ator Encena Miguel Monteiro, da chilena Valeria Sarmiento, produzido por Paulo Branco e rodado em Portugal com um elenco internacional.

O filme, que teve como título “As Linhas de Torres Vedras” durante a produção, foi rodado em Portugal e conta com argumento de Carlos Saboga. Com produção de Paulo Branco, o filme é uma recriação das invasões francesas em Portugal, no começo do século XIX, quando o general Arthur Wellesley, duque de Wellington, liderou um exército anglo-português e utilizou uma estratégia vitoriosa com base numa linha de fortificações que protegia Lisboa – as Linhas de Torres Vedras.

A realizadora chilena adianta: ”É sobre a terceira invasão dos franceses em Portugal, como os portugueses a viveram. Eu penso que é importante recordar, num momento difícil em que está a Europa, que ela foi construída a partir de muitas guerras”.

Para além de Miguel Monteiro fizeram parte do filme atores como John Malkovich, Marisa Paredes, Nuno Lopes, Carlotto Cota, Albano Jerónimo, Soraia Chaves, Maria João Bastos, Catherine Deneuve, Michel Piccoli, Mathieu Amalric e cerca de cinco mil figurantes.

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Miguel Monteiro em entrevista ao EncenaNews

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Miguel Monteiro em entrevista ao EncenaNews

Posted on 28 August 2012 by admin

O ator Encena Miguel Monteiro, que recentemente participou na telenovela da TVI “Anjo Meu”, e que brevemente poderá ser visto no filme “Linhas de Wellington”, esteve à conversa com o EncenaNews. O ator falou da sua “vida anterior” como jornalista, das suas aventuras em Hollywood durante a cobertura dos Óscares, dos seus projetos em televisão e cinema e muito mais! Mas o melhor será mesmo ler esta fantástica entrevista aqui em baixo.

EncenaNews: Antes de se tornar ator teve uma carreira de sucesso como jornalista em vários meios de comunicação. Como é que o jornalismo entrou na sua vida?

Miguel Monteiro: Nunca entrou – sempre esteve cá dentro. Durante mais de vinte anos nunca me imaginei a fazer outra coisa. Tal como na minha “vida posterior”, também nesta as coisas foram acontecendo e tive a sorte de estar sempre rodeado dos melhores. Comecei em 1984 na revista Mais que tinha uma equipa de luxo que incluía o Carlos Cruz, o Luis Paixão Martins e o António Macedo. Estive no Expresso. Estive nas equipas fundadoras da TSF e da SIC com o Emidio Rangel. Pelo meio ainda trabalhei para o Serviço Português da BBC, fiz programas de televisão, escrevi textos para vários jornais e revistas. Foi vida recheada e magnífica.

EN: Foi o primeiro jornalista português a cobrir a cerimónia dos Óscares em 1989, e chegou a estar presente em 7 cerimónias da Academia. Houve algum momento, ou alguma experiência, que destaque particularmente?

MM: Destaco sobretudo a oportunidade que esses trabalhos me deram de conhecer algumas das maiores personalidades da História do Cinema. Sendo eu um apaixonado pelo cinema clássico americano, foi particularmente tocante conhecer, cumprimentar, dar os parabéns, uma simples palmada nas costas ou ter convivido um pouco da minha vida com várias figuras que sempre me marcaram. Recordo Paul Newman, Elizabeth Taylor, Gregory Peck, Janet Leigh, Deborah Kerr, Kirk Douglas, Bob Hope, Jack Lemmon, Maureen O’Hara, Billy Wilder, Robert Wise… Mas se tiver que escolher um único momento, talvez escolha um momento mais europeu, no dia 29 de Março de 1993, em que fiquei alguns minutos num corredor do Dorothy Chandler Pavillion de Los Angeles lado a lado com Federico Fellini, Giulieta Masina, Marcello Mastroianni e Sophia Loren. Lembro-me de olhar de repente para aquele grupo ali, colado a mim, e ficar petrificado e sem fôlego! Ou… talvez destaque o momento em que o produtor Steve Tisch me colocou o Óscar de Melhor Filme do “Forrest Gump” que tinha acabado de ganhar, nas mãos. Aí não fiquei sem fôlego, fiquei em pânico de o deixar cair e estragar… Foram muitos momentos, não consigo escolher apenas um…

EN: Entre 2005 e 2007 repartiu o seu tempo entre o jornalismo e a representação. Foi díficil conciliar as duas actividades?

MM: Não, absolutamente nada. O jornalismo era a minha vida, trabalhava onze horas por dia na coordenação do Jornal da Noite, o que fiz em representação foram curtas sessões que em nada atrapalharam o meu dia-a-dia na SIC. Só me senti um pouco estranho quando pedi autorização à SIC e meti folgas da coordenação do Jornal para ir gravar uma série da… RTP. Mas autorizaram, fui e a estranheza passou depressa…

EN: Participou em “Equador”, uma das melhores e mais ambiciosas séries da televisão portuguesa. Fale-nos um pouco dessa experiência e do seu personagem, o Agostinho.

MM: O Agostinho foi o maior presente que eu podia ter tido na vida, um personagem brilhantemente escrito e desenvolvido pelo Rui Vilhena que no livro do Miguel Sousa Tavares não tem grande expressão. E o “Equador” foi a mais extraordinária experiência desta fase da minha vida. Foi o casting mais difícil em que participei e foi a vitória mais saborosa que tive. Sempre soube desde o inicio o que representava esta série para a TVI e para a História da ficção televisiva nacional, por isso foi sempre muito claro na minha cabeça que o José Eduardo Moniz e o André Cerqueira fizeram uma enorme aposta em mim para representar este personagem. Sei também – e fico muito feliz com isso – que o meu trabalho lhes agradou muito. Trabalhei muito, dei muito de mim e tive sempre na Manuela Couto, a directora de actores, um apoio incondicional que não esqueço. Gravar o “Equador” ao longo de tanto tempo, viver um mês e meio em Cachoeira, no interior do estado da Bahia, ter o desafio de contracenar com um elenco de luxo total e absoluto, foi inesquecível. Esta foi uma série e uma experiência únicas para mim e para todos nós que a fizemos. Talvez por isso ainda hoje o recordemos com tanta emoção e certamente por isso os laços de amizade que actores e técnicos, equipas de realização e produção criaram ainda perdurem com tanta força. Há uma família “Equador” que ainda hoje se reúne, vê, telefona, está em contacto permanente. E eu tenho o orgulho de fazer parte dela.

EN: Em “Anjo Meu” deu vida ao Padre Teodoro. Como é que é gravar uma novela com cerca de 360 episódios?

MM: É muito difícil, muito exigente, muito duro. Já tinha um enorme respeito e admiração pelos actores que fazem novelas regularmente. A partir de “Anjo Meu” esse respeito e essa admiração passaram a ser dez vezes maiores.

EN: É muito exigente na escolha dos projectos em que se envolve?

MM: Acho que sim… Se olhar para estes últimos anos da minha vida, estive na mais importante série portuguesa, “Equador”, na série de maior prestigio da televisão pública, o “Conta-me Como Foi”, na série mais popular da televisão nacional, o “Morangos com Açúcar”, contracenei com a Fernanda Montenegro em quatro episódios de uma novela da Globo, “Passione”, estive nos maiores sucessos de bilheteira do cinema português dos últimos cinco anos (“Corrupção”, “Call Girl”, “Amália”), fui dirigido no cinema por Raul Ruiz, três vezes pelo João Botelho, pelo António Pedro Vasconcelos, João Mário Grilo e em televisão por pessoas como o Jorge Paixão da Costa, o André Cerqueira, o Artur Ribeiro, o Jorge Queiroga, entre tantos outros. Já recusei coisas que não me apetecia fazer. Praticamente todas as que fiz, revelaram-se escolhas certas.

EN: Em “Mistérios de Lisboa” teve a oportunidade de trabalhar com o realizador Raul Ruiz. Como foi essa experiência?

MM: Inesquecível e única. Um sonho tornado realidade. Não só trabalhar com Ruiz na rodagem como depois acompanhá-lo em vários momentos. Creio que nenhum de nós que esteve com o Raul na estreia mundial de “Mistérios de Lisboa” no Festival de San Sebastian em 2010, jamais possa esquecer a ovação espontânea com que as centenas de espectadores homenagearam o Raul durante toda a sua saída da sala principal do Festival até à rua. Foi um momento absolutamente mágico e apenas o começo de um longo aplauso que espectadores e crítica continuam ainda hoje a dar em todo o mundo. Dois anos depois, o filme está em exibição na Rússia e estreia em Outubro no Japão, o que mostra bem a dimensão desta obra de Raul Ruiz.

EN: Recentemente também gravou “Linhas de Wellington” de Valeria Sarmiento, que vai estar em concurso no Festival de Cinema de Veneza. Quais são as suas expectativas?

MM: Já vi o filme três vezes e sei que é um trabalho notável da Valeria, que herdou este projecto depois da morte do Raul e que bravamente o levou até ao fim. Verei a mini-série, a versão televisiva, no Festival de San Sebastian, onde terá a sua estreia mundial no dia 23 de Setembro. Para Veneza não tenho expectativa de prémios. Tenho, sim, a certeza que vai ser muito bem recebido e que colocará uma vez mais o cinema português no topo do mundo. O facto de estar seleccionado para os festivais de Nova Iorque e Toronto e de já estar a ser comprado para exibição em tantos países é apenas o começo de um belíssimo percurso.

EN: Muitos dos seus trabalhos (“Conta-me como Foi”, “Regresso a Sizalinda”, “Equador”, “Linhas de Wellington”) têm uma forte componente histórica. Tem preferência por este tipo de projecto?

MM: Têm acontecido por acaso, mas sim…sempre gostei deste tipo de projectos de época, quando são bem produzidos e bem executados. Um projecto histórico feito com poucos recursos e poucos meios é trágico e pode roçar o ridículo. Feitos assim, com estes investimentos e este profissionalismo, podem resultar em obras excelentes. São os casos destes filmes e destas séries em que me orgulho de ter participado.

EN: Actualmente é coordenador do programa “Janela Indiscreta”. O cinema é a sua grande paixão?

MM: Sempre foi e sempre será. E todos os dias sinto-me um privilegiado por poder viver esta paixão de tantas formas: seja a coordenar programas de televisão, em fazer filmes, na equipa do Lisbon & Estoril Film Festival, a fazer coberturas de Óscares ou a viver os grandes festivais de cinema do mundo por dentro, como já vivi Veneza na comitiva oficial de “O Fatalista”, Cannes com “Cosmopolis” ou San Sebastian com “Mistérios de Lisboa”.

EN: Qual é o filme da sua vida?

MM: Tantos de Billy Wilder, tantos de John Ford, de Orson Welles, de Douglas Sirk, de Hitchcock, de Minnelli, de Mankiewicz, de Renoir, de Kazan, Gene Kelly, Stanley Donen, Visconti, Antonioni, Michael Curtiz, King Vidor, Coppola, Scorsese, Eastwood, Spielberg… Impossivel escolher dez, quanto mais um.

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Atores Encena em sessão fotográfica no Teatro Rápido

Atores Encena em sessão fotográfica no Teatro Rápido

Posted on 27 August 2012 by admin

Os atores Encena Catarina Mago, Rafaela Estreia, Rosa Villa e Tiago Ortis, estiveram no Teatro Rápido a fazer uma sessão fotográfica levada a a cabo pela produtora ClockWorks.

A sessão decorreu num ambiente descontraído. A Encena aproveitou para fazer um vídeo que pode ver aqui.

O resultado desta sessão pode ser visto no site da Encena, mais concretamente na página de cada um dos quatro atores.

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Heitor Lourenço no 5 para a Meia Noite

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Heitor Lourenço no 5 para a Meia Noite

Posted on 24 August 2012 by admin

O ator Encena Heitor Lourenço, que recentemente participou na série juvenil “Morangos com Açúcar”, e que pode actualmente ser visto no novo filme de Joaquim Leitão “Quarta Divisão”, esteve ontem à conversa com o “Pacheco”, Pedro Fernandes no programa “5 Para a Meia Noite” da RTP1.

O ator Encena falou das suas viagens, assumiu que é budista e vegetariano, afirmou que em casa só tem um espelho na casa de banho e falou ainda do seu mais recente trabalho, a peça ““Toda a gente sabe que toda a gente sabe” uma sátira acerca dos “Mello da Cunha”, outrora prestigia da e abastada família, frequentadora dos circuitos mais requintados da Alta Sociedade, agora na bancarrota, continuando porém a viver das aparências.

O programa contou ainda com a presença do ator Rodrigo Saraiva e dos habituais “sketches” de António Raminhos.

Pode ver aqui o programa de ontem na íntegra.

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Sandra Faleiro junta-se ao elenco de Dancin’ Days

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Sandra Faleiro junta-se ao elenco de Dancin’ Days

Posted on 23 August 2012 by admin

A atriz Encena Sandra Faleiro, que recentemente ganhou um globo de ouro na categoria de “Melhor Atriz de Teatro”, poderá ser vista, brevemente, no elenco da telenovela da SIC “Dancin’ Days”. A atriz, que recentemente esteve a gravar a série “Depois do Adeus” da RTP1, junta-se assim aos atores Encena Alda Gomes, João Maria Pinto, Guido Rodrigues e Phillippe Leroux.

A telenovela Dancin Days, de Gilberto Braga, foi um sucesso no Brasil no final dos anos 70 e mais tarde também em Portugal. Agora é Pedro Lopes (também autor de Laços de Sangue) que lidera o desafio de adaptar a novela à atualidade.

Na versão brasileira, Sónia Braga, no papel de Júlia, entregou Mariana (Glória Pires) recém-nascida para adoção e só mais tarde foi adotada porYolanda, Joana Fomm. No remake português, Júlia entrega a filha Mariana directamente à irmã, cujo nome se altera para Raquel.

 

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“Lápis Azul”, de Rafael Antunes, com a atriz Encena Anabela Teixeira

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“Lápis Azul”, de Rafael Antunes, com a atriz Encena Anabela Teixeira

Posted on 22 August 2012 by admin

A atriz Encena Anabela Teixeira, que recentemente pôde ser vista na telenovela da SIC “Rosa Fogo”, participa no projeto de Rafael Antunes “Lápis Azul”.

“Lápis Azul” é uma curta-metragem que conta a hisória de um coronel reformado, interpretado por António Rama, que se torna censor do regime e é encarregue de usar um lápis azul para cortar, nos jornais, aquilo que o “povo” não deve saber. No entanto, vem o 25 de Abril de 1974 e o coronel enlouquece. Vai para os cafés e risca, com um lápis azul, as notícias que dizem respeito à revolução dos cravos.

Integrando ainda, no elenco, atores como Rogério Samora e Manuel Cavaco, o filme faz-se acompanhar de um documentário sobre os tempos da censura e os autores que sofreram com ela. Maria Teresa Horta, Mário Soares, Marcelo Rebelo de Sousa ou Pacheco Pereira, entre outros, deixam o seu testemunho sobre um período em que escrever era tudo menos simples.

Rafael Antunes, que destina este trabalho a festivais de cinema e espera conseguir o apoio das câmaras municipais para o exibir nas salas de cinema do País, quer que ‘Lápis Azul’ sirva “para dar a conhecer melhor este período da nossa História”.

 

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“Morangos com Açúcar – O Filme” com antestreia no Cinema São Jorge

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“Morangos com Açúcar – O Filme” com antestreia no Cinema São Jorge

Posted on 21 August 2012 by admin

“Morangos com Açúcar – O Filme”, que conta com os atores Encena Inês Seco e Luísa Cruz no elenco, vai estar no Cinema São Jorge no dia 28 de agosto em antestreia. A estreia, propriamente dita, será no dia 30 de agosto.

Depois de nove temporadas da série “Morango com Açúcar” surge agora o filme, realizado por Hugo de Sousa, baseado na série juvenil da TVI. O filme reúne também algumas das caras mais conhecidas que passaram pela série ao longo dos anos como Rita Pereira, Pedro Teixeira e João Catarré.

É na loucura do Verão e ao som da música que o passado e o presente de “Morangos com Açúcar” se cruzam, numa aventura sem igual. Entre a praia e a piscina, o parque de campismo e o campo de férias, amigos de longa data reencontram-se e novas amizades acontecem. A alegria é geral e ninguém vai querer perder o grande festival de bandas que está prestes a acontecer. É num ambiente de grande festa que a energia da música vai dar ritmo aos amores e desamores de Verão. Uma coisa é certa, o Verão é agora!

Pode ver aqui o trailer.

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Tomás Alves em entrevista ao EncenaNews

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Tomás Alves em entrevista ao EncenaNews

Posted on 20 August 2012 by admin

O ator Encena Tomás Alves, que recentemente participou no filme “Assim Assim” e na novela “Rosa Fogo” da SIC e que brevemente poderá ser visto na série da RTP1 “Depois do Adeus” esteve à conversa com o EncenaNews e falou da forma como iniciou a sua carreira, passando pelas suas experiências em televisão e divulgou, ainda, alguns dos seus planos para o futuro. Veja a entrevista em baixo!

EncenaNews: Começaste a tua formação na Escola Profissional de Teatro de Cascais. O que te levou a quereres seguir a área da representação?

Tomás Alves: A representação, tal como a música, fez-se sentir desde cedo nos pequenos espetáculos de escola e de colónia de férias. Foi sempre um prazer inventar e experienciar novas vidas, novas experiencias e novas sensações. Quando cheguei ao nono ano e tive de escolher um caminho, depois dos testes psicotécnicos terem revelado apetência para as artes em geral, decidi experimentar um workshop de teatro que me levou a fazer a audição para a E.P.T.C. Foi tudo uma viagem muito intuitiva e natural que me levou até aqui! Nunca tendo planeado, esta vida foi-me acontecendo.

EN: Há algum actor que admires ou que te tenha inspirado a seguir a carreira de actor?

TA: Gosto de ver boas representações e essas dão-me vontade de fazer o que faço. Mas não, nunca tive um ou outro ator que me inspirasse

EN: Também fizeste um workshop de coreografia de luta com o David Chan. Este workshop ajudou-te enquanto ator?

TA: O workshop com o David Chan deu-me ferramentas que uso no dia a dia e tenho posto em prática no trabalho. E tenho tido o prazer de voltar a trabalhar com ele e aprendizagem continua. Gosto bastante do método de trabalho dele e da sua equipa. Trabalhasse com muito bom ambiente não descurando a segurança e o profissionalismo.

EN: A tua estreia foi com o filme “Do Outro Lado do Mundo”, sentes que ter começado logo por fazer cinema foi bom para a tua carreira?

TA: Sim. Eu fiz o “Do Outro Lado do Mundo” quando estava no segundo ano do curso de teatro. Não tendo eu, na altura, noções de cinema e do trabalho com a câmara, o meu primeiro filme serviu-me para aplicar a técnica que estava a aprender em teatro e traduzi-la para a linguagem de cinema. Serviu-me também para aprender, perceber e assumir o papel que cada pessoa tem na engrenagem que é uma equipa de cinema. Cada trabalho, seja Teatro, Cinema  ou Televisão exige o seu próprio registo e o facto de eu ter começado desde cedo nos vários estilos deu-me noções essenciais para o fazer.

EN: Foste nomeado para um globo de ouro na categoria de melhor actor de cinema pelo teu papel em “ Um Amor de Perdição”. O que é que essa nomeação representou para ti?

TA: Esta nomeação, foi, acima de tudo, um incentivo para eu continuar a trabalhar como ator, ao mesmo tempo, que me trouxe um sentido de responsabilidade ainda maior e fez com que eu exigisse, cada vez mais, um certo nível de qualidade naquilo que faço. Ser reconhecido pelo nosso trabalho quando ainda somos tão novos, penso que é um grande investimento. Quero muito continuar a saber responder a esse desafio.

EN: Em TV começaste em séries juvenis como a “Rebelde Way” e “Lua Vermelha”, depois passaste pela “Rosa Fogo”, uma novela de horário nobre a agora brevemente também te poderemos ver na série “Depois do Adeus” na RTP1, que tem um cariz histórico. Olhando para este percurso sentes que tem havido uma evolução na tua carreira?

TA: Sinto-me um privilegiado por tudo o que tenho tido oportunidade de fazer na minha carreira, assim como na vida em geral. E como eu acredito no devir da vida, na constante transformação, esta mudança só pode ser para melhor. Sinto, com isto, que tem sido uma boa evolução e espero continuar.

EN: Como já passaste por todas as áreas da representação existe algum personagem ou papel específico que ainda ambiciones fazer?

TA: Ambiciono fazer tudo o que ainda não fiz. Gosto de desafios e de novidades. Abro os braços a novas experiências.

EN: És conhecido como actor, mas também tens uma faceta desconhecida para a maior parte das pessoas que é o facto de seres membro da banda Katharsis. Qual é a importância que a música tem na tua vida?

TA: Toda! A minha vida é música. Funciona quase como um alimento para mim. Não me imagino sem ela. É para mim algo tão natural e intuitivo que está e estará sempre presente.. É uma linguagem tão universal que me da toda a liberdade na hora de criar ou compor. Tudo tem um ritmo, um tom, um som e a minha vida pauta-se por isto.

EN: Quais são os teus objectivos para o futuro?

TA: Quero continuar a representar, viajar, conhecer, tocar, cantar, experienciar e viver. E fazer o que faço, tem-me possibilitado tudo isto. Quero continuar a aprender com as personagens mais sobre mim, sobre os outros e sobre o mundo.

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